segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Noites Cruas

A noite se pergunta o que estão fazendo com o meu tempo, minhas 12 horas, quanto sangue!!!foi pensando como ela que eu escrevi esse outro poema sujo.





Noites Cruas
Incontroláveis repulsas de piedade
Sangue branco,vivo,porem morto
Melanina invadidas por cápsulas de vingança
CADÊ MINHA BELEZA?
Beijos,mãos,fotos,fodas
CADÊ MINHA BELEZA?
Sabor amargo,gosto de carne crua
Desejo que tudo volte a ser como era antes
Mais sempre foi assim
Peles rasgadas,machados ao ar
Cabeças decepadas,metais tingidos de Vermelho
Estremunção as 12:15,perdoes negados
Tesão a flor da pele,corpetes sujos de semem
Olhos cheios de chamas,chamas que destroem ossos
Bigas destruídas,kamikaze ao encontro da morte
Sempre foi assim
Perfume de pólvora,cogumelo gigante
Gargalhadas de dor,choro de alegria
Será que voçes terminarão ao choro ou na gargalhada?
Ambos será a mesma merda
Ou Não saberemos distinguir?
Eu bela,sinistra,poderosa,grande porem futel
Não serei eu quem irá responder
Destruam-se e me respondam depois.

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